Há muito que já não sentia aquele aperto no coração ao falar de ti. Talvez porque tenho tentado evitar ao máximo estares presente na minha memória, apagando-te falsamente do meu dia-a-dia. Todos sabemos, e eu melhor que ninguém, que isso nunca irá acontecer!
Ontem, naquele momento da noite em que o sono não me quer abraçar delicadamente e eu tenho que esperar ansiosamente por ele, surgiu-me a tua imagem na minha cabeça. Subitamente desenrolou-se o filme da nossa vida. Lembrei-me de todo o carinho partilhado, mas também da acidez da despedida.
Admiro-te pela tua força e transparência, já sabes. De ti só guardei o lado bom, por mais difícil que tenha sido apagar o lado negativo. Agora espero que um dia ponhamos o orgulho para trás das costas e partilhemos um café, juntamente com as recordações que ainda estão vivas dentro de mim.
Até um dia!
quarta-feira, 18 de maio de 2011
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